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Notícia: Anac libera 5 voos mistos da Azul entre Brasil e EUA

Avião da companhia aérea Azul: a Anac liberou cinco voos semanais entre o Brasil e os Estados Unidos - foto: Wikicommons

Avião da companhia aérea Azul: a Anac liberou cinco voos semanais entre o Brasil e os Estados Unidos – foto: Wikicommons

Brasília – A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) liberou à empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras cinco voos semanais para realização de serviços aéreos mistos entre o Brasil e os Estados Unidos.

A autorização está publicada em portaria no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 6.

Por: Luci Ribeiro, do Estadão Conteúdo

 

Notícia: Azul começa a testar venda de passagem da TAP

O presidente da Azul, David Neeleman: a intenção é conectar a malha da TAP à da Azul, foto: Chris Ware/Bloomberg

O presidente da Azul, David Neeleman: a intenção é conectar a malha da TAP à da Azul, foto: Chris Ware/Bloomberg

São Paulo – A Azul vendeu nesta quinta-feira, 25, a primeira passagem da companhia aérea portuguesa TAP, testando um acordo comercial que deve ser iniciado nas próximas semanas. A venda ocorreu apenas um dia depois de o empresário David Neeleman, controlador da Azul, assinar o contrato de compra da antiga companhia aérea estatal, em Lisboa, por meio do consórcio Gateway, que venceu a privatização e tem Neeleman entre os acionistas.

Por enquanto, as passagens estão disponíveis apenas para algumas agências de viagens. Passada a fase de testes, elas serão oferecidas no site da empresa, de acordo com Neeleman. A estratégia do novo dono da TAP para a empresa portuguesa é usar aviões menores para fazer os voos para o Brasil, o que viabilizaria que a empresa voasse para cidades médias.

Assim como pretende fazer com a United, a intenção de Neeleman é conectar a malha da TAP à da Azul e usar os passageiros de uma empresa para encher o voo da outra. Hoje, cerca de 40% dos clientes que viajam na TAP voam na rota entre o Brasil e a Europa. A TAP já atende 12 destinos brasileiros, mas, com o novo avião (o A321) e conexões com a Azul, poderia voar para cidades como Teresina e São Luís, disse Neeleman.

As sinergias entre TAP e Azul também pesaram nas negociações para a compra de aeronaves da Airbus. “Já usamos o volume da Azul para conseguir um preço melhor para as duas empresas”, disse Neeleman, que anunciou na última quarta-feira a compra de 53 aviões da Airbus para renovar a frota da TAP.

BNDES

Neeleman diz que foi procurado há cinco anos por um representante do governo brasileiro, perguntando se ele teria interesse na compra da TAP. “O governo brasileiro tem interesse na TAP, o BNDES também. Eles têm fontes de recursos que podem ajudar a TAP”, disse. Ele ressaltou, no entanto, que não tem “nada fechado” com o BNDES neste momento.

Questionado sobre de que forma conseguiria obter crédito no BNDES já que a compra da TAP foi feita por meio do consórcio Gateway, com sede em Portugal, Neeleman disse que a ajuda poderia vir “por meio da Azul”. Segundo ele, a empresa pode, no futuro, comprar ações da TAP. “É cedo para afirmar. Mas as duas empresas têm o mesmo pai, então, tudo é possível.”

A legislação europeia limita o capital estrangeiro em empresas aéreas a 49% do capital votante, situação semelhante à do Brasil – por aqui o limite é de 20%. Neeleman detém 49,9% do consórcio Gateway, dono da TAP, e o empresário português Humberto Pedrosa, dono do grupo de transporte Barraqueiro, é dono de fatia de 50,1%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

De: Marina Gazzoni, do Estadão Conteúdo

Noticia: United compra 5% da Azul por US$ 100 mil

Avião da Azul: parceria envolve o direito de a United ter um membro no Conselho de Administração da Azul, foto:Mario Roberto Duran Ortiz/Wikimedia

Avião da Azul: parceria envolve o direito de a United ter um membro no Conselho de Administração da Azul, foto:Mario Roberto Duran Ortiz/Wikimedia

São Paulo – A Azul Linhas Aéreas e a United Airlines, do grupo United Continental, anunciaram acordo nesta sexta-feira por meio do qual a companhia aérea norte-americana comprará 5 por cento do capital da empresa brasileira por 100 milhões de dólares.

A parceria dará a United o direito de nomear um membro para o Conselho de Administração da Azul. As duas empresas também fecharam um acordo de compartilhamento de voos.

A participação do presidente-executivo e fundador da Azul, David Neeleman, de cerca de 67 por cento do capital, não terá mudança relevante com a operação, já que a entrada da United será feita por meio de uma injeção de capital. “Queremos tudo”, disse Neeleman a jornalistas, ao responder pergunta se o objetivo do acordo é o de aproximar a Azul da rival Gol, que tem parceria com outra companhia aérea norte-americana, a Delta, para atuar no exterior.

“Com a força que temos em aviação regional, isso nos ajuda a fazer mais de tudo e ganhar em capilaridade.” Juntas, as empresas poderão oferecer ligações para mais de 450 destinos, com mais de 6 mil vôos diários, segundo as companhias. Apesar disso, a Azul disse que não desistiu de lançar seu próprio voo para Nova York no ano que vem.

Dentro de cerca de 30 dias, a Azul já deve ter opções de venda de passagens dentro da parceria no modelo interline. O acordo de compartilhamento de voos depende de aprovação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O vice-presidente financeiro da United, John Rainey, disse que a opção por investir na Azul em vez de apenas um acordo de compartilhamento de voos ocorreu pelo interesse por uma parceria de longo prazo.

“Estamos focados no 5 por cento, nesse momento é adequado”, disse, ao ser questionado sobre a chance de elevar a fatia na Azul.

O acordo da Azul com a United foi anunciado apenas duas semanas após o consórcio liderado por Neeleman vencer a disputa pela compra de 61 por cento da ex-estatal portuguesa TAP por 354 milhões de euros.

IPO E VALOR DE MERCADO

O acordo atribui um valor de mercado à Azul de cerca de 2 bilhões de dólares, uma avaliação mais generosa do que a exibida pela rival Gol, cujo valor na bolsa com base no preço de sua ação no fechamento da quinta-feira era próximo de 700 milhões de dólares.

A Gol tem apenas um terço do capital no mercado, todo ele distribuído em ações sem direito a voto.

Há quase um mês, a Azul desistiu pela terceira vez em menos de dois anos o plano de realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Bovespa, devido a condições adversas de mercado.

Questionado se mantém interesse na listagem, Neeleman disse que a operação ocorrerá quando o mercado estiver mais propício.

Por Reuters

Notícia: Venda da TAP dá sensação de missão cumprida, diz presidente

Fernando Pinto, presidente da TAP, que foi vendida para o Grupo Gateway: "teremos novas ideias, sangue novo e uma visão estratégica muito importante" Foto: Marcelo Spatafora

Fernando Pinto, presidente da TAP, que foi vendida para o Grupo Gateway: “teremos novas ideias, sangue novo e uma visão estratégica muito importante” Foto: Marcelo Spatafora

Lisboa – Presidente da companhia aérea portuguesa TAP há 15 anos, o brasileiro Fernando Pinto disse que a assinatura do contrato de venda da empresa para o grupo Gateway, nesta quarta-feira, 24, gera a sensação de “missão cumprida”.

Apesar disso, o executivo, que já dirigiu a brasileira Varig, não descarta continuar à frente da empresa se os novos acionistas, David Neeleman, dono da Azul, e Humberto Pedrosa, do grupo Barraqueiro, o convidarem.

“Eu vim para a TAP no ano 2000 já com a empresa no caminho da privatização. Na época, com a Swiss Air. Para mim, pessoalmente, é missão cumprida”, disse o executivo após a cerimônia de assinatura do contrato de venda da empresa para o consórcio formado por Neeleman e Pedrosa.

Fernando Pinto foi questionado pelos jornalistas sobre o rumor de que poderia permanecer no cargo mesmo após a troca do controle acionário.

“Eu sempre falei que a minha missão acabaria quando fizesse a passagem de testemunho. Obviamente, tem todo um processo de transmissão de tudo o que fizemos. A partir daí, vai depender. Eu quero sair da TAP quando perceber que a empresa está no caminho do crescimento”, disse. “A partir daí, depende de me convidarem e em que condições”, completou.

O atual presidente da TAP disse que “a grande vantagem agora é ter acesso a capital”. “Nós nunca tivemos acesso a capital como teremos agora. Mesmo assim, conseguimos crescer. Agora, isso nos traz muita facilidade”, disse.

Fernando Pinto falou ainda que não é apenas o dinheiro que fará diferença na companhia. “Teremos novas ideias, sangue novo e uma visão estratégica muito importante”.

De: Fernando Nakagawa, do  Estadão Conteúdo

Notícia: David Neeleman, da Azul, é o novo dono da TAP

David Neeleman: além da Azul, empresário já criou quatro companhias aéreas, Foto: Michael Edwards/Getty Images

David Neeleman: além da Azul, empresário já criou quatro companhias aéreas, Foto: Michael Edwards/Getty Images

São Paulo – A negociação pela venda e consequente privatização da companhia aérea portuguesa TAP finalmente recebeu um desfecho: David Neeleman será o novo dono.

O anúncio foi dado agora pouco pelo governo português. O dono da Azul vai ficar com 61% da TAP.

Para levar a empresa, o empresário teve de vencer a proposta que havia sido feita pelo empresário Germán Efromovich, controlador da Avianca, com uma oferta “bem mais alta”, segundo jornais de Portugal.

O acordo englobaria uma injeção de capital entre 300 e 350 milhões de euros na companhia aérea, que atualmente acumula um prejuízo de 85 milhões de euros e uma dívida estimada em 1 bilhão de euros.

Hoje a TAP voa para 88 destinos em 38 países com uma frota de 77 aviões.

No Brasil, opera 84 voos semanais, motivo que a tornou um alvo promissor para as companhias aéreas do país.

Investida nos ares

Além do investimento, Neeleman garantiria à TAP a expansão de suas operações por aqui e em uma possível investida no mercado americano.

Nascido em São Paulo, em 1959, David Neeleman é filho de americanos e tem traçado sua carreira para a criação de grandes companhias aéreas.

Até agora, já criou quatro delas: a Morris Air e a JetBlue, nos Estados Unidos, a WestJet no Canadá e a Azul no Brasil. Com a TAP ele poderia dar ainda mais impulso à empresa brasileira.

Criada em 2008, Azul é a terceira do setor, com 15,87% de mercado e a maior taxa de ocupação dos voos, 89,70%, segundo dados da ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) de janeiro.

A companhia também é a novata na oferta de voos internacionais, uma categoria que rende tarifas melhores por passageiros, com preços cravados em dólar.

Começou neste ano a ofertar voos para os Estados Unidos, além de melhoras de serviços a bordo. Com a TAP, os destinos oferecidos poderiam ser ampliados.

Resistência e greve

Nos últimos meses, funcionários da TAP promoveram greves por serem contrários à privatização da companhia.

O governo de Portugal tenta vender parte da empresa desde 2000. Na época o negócio não foi fechado porque a principal interessada, a Swiss Air, desistiu.

Uma segunda tentativa aconteceu em 2012, quando a Avianca era a favorita, mas o governo acabou por não aceitar a proposta.

Desta vez, o consórcio Gateway, união entre Neeleman e o empresário Humberto Pedrosa, ficará com 61% da companhia e reservará 5% aos funcionários.

Se não houver interesse deles, a porcentagem será entregue aos investidores.

O anúncio oficial será feito pelo governo português às 14h.

De: Tatiana Vaz, EXAME.com

Notícia: Azul diz que melhorará oferta pela TAP

Avião TAP: Os dois candidatos para comprar a TAP têm até esta tarde para melhorar suas ofertas. Foto: Mario Proenca/Bloomberg

Avião TAP: Os dois candidatos para comprar a TAP têm até esta tarde para melhorar suas ofertas. Foto: Mario Proenca/Bloomberg

São Paulo – O fundador da Azul, David Neeleman, disse nesta sexta-feira, 05, que planeja aumentar sua oferta para tomar o controle da companhia aérea portuguesa TAP, depois que o governo, na esperança de um acordo melhor, forçou a Azul e um concorrente a entrarem em uma nova rodada de negociações.

Os dois candidatos para comprar a TAP têm até esta tarde para melhorar suas ofertas. “Hoje, nós faremos nossa última e melhor oferta”, disse o executivo, que também fundou a companhia aérea com sede nos EUA Jet Blue, em entrevista por telefone.

Neeleman não quis dar detalhes sobre as mudanças que fará.

Fonte: Dow Jones Newswires.

Link: exame.abril.com.br/negocios/noticias/neeleman-da-azul-diz-que-melhorara-oferta-pela-tap

Notícia: Azul desiste de IPO pela terceira vez

Aviões da Azul: em agosto de 2013, a companhia havia cancelado pela primeira vez o objetivo de listar-se na bolsa de valores

Aviões da Azul: em agosto de 2013, a companhia havia cancelado pela primeira vez o objetivo de listar-se na bolsa de valores

São Paulo – A Azul, terceira maior empresa do setor aéreo no Brasil, desistiu mais uma vez de sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), segundo informações publicadas no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira.

Em agosto de 2013, a companhia havia cancelado pela primeira vez o objetivo de listar-se na bolsa de valores, dois meses após ter submetido a operação à análise da CVM, citado condições macroeconômicas desfavoráveis.

No começo do ano passado, retomou o projeto de tornar-se uma empresa aberta, mas logo o cancelou. Em dezembro, a Azul tentou de novo o IPO, que consistia de oferta primária (ações novas) e secundária de papéis preferenciais (detidos por sócios). Mas o plano foi suspenso logo no mês seguinte, diante do cenário adverso do mercado de capitais.

A desistência acontece no momento em que o dono da Azul, o empresário David Neeleman, disputa a compra da estatal aérea portuguesa TAP.

Da REUTERS

Notícia:De olho na Europa, Latam quer centro de operações no NE

Latam: criação do centro de operações em Natal, Fortaleza ou Recife daria aos passageiros um acesso mais fácil e direto para cruzar o Atlântico

Latam: criação do centro de operações em Natal, Fortaleza ou Recife daria aos passageiros um acesso mais fácil e direto para cruzar o Atlântico

A Latam Airlines Group SA, a maior companhia aérea da América Latina, está planejando criar um centro de operações internacional no nordeste do Brasil, visando aproveitar a demanda por voos com destino à Europa e concorrer com uma rival portuguesa.

A criação do centro de operações em Natal, Fortaleza ou Recife daria aos passageiros um acesso mais fácil e direto para cruzar o Atlântico, ao invés de centralizá-los na cidade de São Paulo, ao sul.

Isso também implicaria maior agilidade nos prazos de entrega, o que cortaria os custos pela metade, disse Claudia Sender, CEO da TAM, unidade brasileira da Latam.

A nova base regional confrontará a Latam, com sede em Santiago, com a TAP SGPS SA, com sede em Lisboa, que tem mais rotas entre o Brasil e a Europa do que qualquer outra companhia aérea e opera nas três cidades que estão sendo avaliadas pela Latam.

O governo português vai vender a TAP e já recebeu ofertas da Synergy Group, empresa dirigida pela família Efromovich e que é dona da Avianca Brasil, e da Azul SA, a operadora brasileira criada pelo fundador da JetBlue Airways, David Neeleman.

“Achamos que a demanda potencial no nordeste vai muito além do que se observa hoje”, disse Sender, em uma entrevista na sede da Bloomberg em São Paulo. “Com um centro de operações no nordeste, poderemos usar melhor nossos ativos e nosso capital, além de oferecer mais destinos aos nossos passageiros”.

Sender estima que mais 1,5 milhão de passageiros vai embarcar nas novas rotas da Latam, que incluirão 10 destinos europeus. Hoje, a TAM oferece voos a Londres, Paris, Frankfurt, Milão, Madri e, em breve, Barcelona.

A localização do centro de operações será definida até o fim do ano e os voos devem começar por volta de dezembro de 2016, disse Sender.

Fadiga de pilotos

Um porém é a nova lei que está sendo analisada no Brasil para regular a fadiga de pilotos, e que poderia elevar os custos operacionais em R$ 1 bilhão (US$ 329 milhões) anualmente porque exigiria a contratação de mais funcionários, disse Sender, em uma entrevista coletiva no mês passado.

Essa mudança impossibilitaria que a Latam concorresse com as companhias aéreas internacionais e os planos para o novo centro de operações seriam cancelados, disse ela.

“Nossas tripulações voariam menos e isso inviabilizaria o centro de operações”, disse Sender na entrevista. No Brasil, a maioria das tripulações voa de 60 a 70 horas por mês e o limite máximo permitido pela lei é de 80 horas. Isso se compara com o limite de 120 horas no Oriente Médio, disse ela.

A TAM poderia solicitar aviões regionais, inclusive aeronaves da Embraer SA, se os planos para o centro de operações se concretizarem.

“Só então vamos saber quais são as nossas necessidades em termos de frota”, disse Sender.

Por: Christiana Sciaudone, da Bloomberg
 

Notícia: Encomenda da Azul à Embraer pode atingir US$ 3,2 bi

E195-E2, da Embraer: acordo envolve ainda direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo

E195-E2, da Embraer: acordo envolve ainda direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo

São Paulo – A companhia aérea Azul e a Embraer assinaram um acordo final para a encomenda firme de 30 jatos do modelo E195-E2, confirmando carta de intenções anunciada em julho do ano passado, disseram em comunicados nesta quinta-feira.

O acordo envolve ainda direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo.

Caso os direitos sejam exercidos, o contrato pode chegar ao valor estimado de 3,2 bilhões de dólares, pelo preço de lista.

“Os pedidos firmes serão adicionados à carteira de pedidos da Embraer do segundo trimestre de 2015. A primeira entrega está prevista para o segundo trimestre de 2020″, afirmou a Embraer.

Da REUTERS

Notícia: Fundador da Azul Linhas Aéreas confirma interesse pela TAP

A TAP voa para 198 destinos, incluindo 65 na América do Norte e na América do Sul, e suas várias rotas no Brasil fazem dela uma companhia atraente

A TAP voa para 198 destinos, incluindo 65 na América do Norte e na América do Sul, e suas várias rotas no Brasil fazem dela uma companhia atraente

São Paulo – O empresário David Neeleman, fundador da Azul, a terceira maior companhia aérea do Brasil, confirmou nesta sexta-feira, 15, ter feito uma proposta para assumir o controle da TAP Air Portugal.

“Eu acredito que fizemos uma oferta muito boa”, disse Neeleman em entrevista ao Wall Street Journal. Ele não quis, porém, informar de quanto era a oferta, mas confirmou que era por uma fatia de 61% na companhia portuguesa.

O governo português deseja vender até 66% da companhia – 61% por meio de vendas diretas para um ou mais investidores e o restante para seus 7.500 funcionários.

Neeleman, que anteriormente fundou e comandou a companhia aérea de baixo custo norte-americana JetBlue, disse que a oferta foi feita através de sua holding, DGN, com o apoio de alguns investidores da Azul e de fundos de investimento.

Ele disse que a Tap seria mantida separada da Azul, por razões legais, caso a proposta seja aceita. As duas companhias teriam algum tipo de aliança, acrescentou.

Neeleman disse que estaria disposto a investir fortemente na TAP, sem, porém, revelar o montante ou discutir essa estratégia.

A Azul voa para mais de 100 destinos. A TAP voa para 198 destinos, incluindo 65 na América do Norte e na América do Sul, e suas várias rotas no Brasil fazem dela uma companhia atraente.

A venda da TAP é parte de uma programa multibilionário de privatização de Portugal, como contrapartida a um pacote de ajuda internacional de 78 bilhões de euros (US$ 89 bilhões), encerrado no ano passado.

Fontes: Dow Jones Newswires e exame.abril.com.br/negocios/noticias/fundador-da-azul-linhas-aereas-confirma-interesse-pela-tap

 

 

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