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Notícia:De olho na Europa, Latam quer centro de operações no NE

Latam: criação do centro de operações em Natal, Fortaleza ou Recife daria aos passageiros um acesso mais fácil e direto para cruzar o Atlântico

Latam: criação do centro de operações em Natal, Fortaleza ou Recife daria aos passageiros um acesso mais fácil e direto para cruzar o Atlântico

A Latam Airlines Group SA, a maior companhia aérea da América Latina, está planejando criar um centro de operações internacional no nordeste do Brasil, visando aproveitar a demanda por voos com destino à Europa e concorrer com uma rival portuguesa.

A criação do centro de operações em Natal, Fortaleza ou Recife daria aos passageiros um acesso mais fácil e direto para cruzar o Atlântico, ao invés de centralizá-los na cidade de São Paulo, ao sul.

Isso também implicaria maior agilidade nos prazos de entrega, o que cortaria os custos pela metade, disse Claudia Sender, CEO da TAM, unidade brasileira da Latam.

A nova base regional confrontará a Latam, com sede em Santiago, com a TAP SGPS SA, com sede em Lisboa, que tem mais rotas entre o Brasil e a Europa do que qualquer outra companhia aérea e opera nas três cidades que estão sendo avaliadas pela Latam.

O governo português vai vender a TAP e já recebeu ofertas da Synergy Group, empresa dirigida pela família Efromovich e que é dona da Avianca Brasil, e da Azul SA, a operadora brasileira criada pelo fundador da JetBlue Airways, David Neeleman.

“Achamos que a demanda potencial no nordeste vai muito além do que se observa hoje”, disse Sender, em uma entrevista na sede da Bloomberg em São Paulo. “Com um centro de operações no nordeste, poderemos usar melhor nossos ativos e nosso capital, além de oferecer mais destinos aos nossos passageiros”.

Sender estima que mais 1,5 milhão de passageiros vai embarcar nas novas rotas da Latam, que incluirão 10 destinos europeus. Hoje, a TAM oferece voos a Londres, Paris, Frankfurt, Milão, Madri e, em breve, Barcelona.

A localização do centro de operações será definida até o fim do ano e os voos devem começar por volta de dezembro de 2016, disse Sender.

Fadiga de pilotos

Um porém é a nova lei que está sendo analisada no Brasil para regular a fadiga de pilotos, e que poderia elevar os custos operacionais em R$ 1 bilhão (US$ 329 milhões) anualmente porque exigiria a contratação de mais funcionários, disse Sender, em uma entrevista coletiva no mês passado.

Essa mudança impossibilitaria que a Latam concorresse com as companhias aéreas internacionais e os planos para o novo centro de operações seriam cancelados, disse ela.

“Nossas tripulações voariam menos e isso inviabilizaria o centro de operações”, disse Sender na entrevista. No Brasil, a maioria das tripulações voa de 60 a 70 horas por mês e o limite máximo permitido pela lei é de 80 horas. Isso se compara com o limite de 120 horas no Oriente Médio, disse ela.

A TAM poderia solicitar aviões regionais, inclusive aeronaves da Embraer SA, se os planos para o centro de operações se concretizarem.

“Só então vamos saber quais são as nossas necessidades em termos de frota”, disse Sender.

Por: Christiana Sciaudone, da Bloomberg
 

Notícia: Encomenda da Azul à Embraer pode atingir US$ 3,2 bi

E195-E2, da Embraer: acordo envolve ainda direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo

E195-E2, da Embraer: acordo envolve ainda direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo

São Paulo – A companhia aérea Azul e a Embraer assinaram um acordo final para a encomenda firme de 30 jatos do modelo E195-E2, confirmando carta de intenções anunciada em julho do ano passado, disseram em comunicados nesta quinta-feira.

O acordo envolve ainda direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo.

Caso os direitos sejam exercidos, o contrato pode chegar ao valor estimado de 3,2 bilhões de dólares, pelo preço de lista.

“Os pedidos firmes serão adicionados à carteira de pedidos da Embraer do segundo trimestre de 2015. A primeira entrega está prevista para o segundo trimestre de 2020″, afirmou a Embraer.

Da REUTERS

Notícia: Fundador da Azul Linhas Aéreas confirma interesse pela TAP

A TAP voa para 198 destinos, incluindo 65 na América do Norte e na América do Sul, e suas várias rotas no Brasil fazem dela uma companhia atraente

A TAP voa para 198 destinos, incluindo 65 na América do Norte e na América do Sul, e suas várias rotas no Brasil fazem dela uma companhia atraente

São Paulo – O empresário David Neeleman, fundador da Azul, a terceira maior companhia aérea do Brasil, confirmou nesta sexta-feira, 15, ter feito uma proposta para assumir o controle da TAP Air Portugal.

“Eu acredito que fizemos uma oferta muito boa”, disse Neeleman em entrevista ao Wall Street Journal. Ele não quis, porém, informar de quanto era a oferta, mas confirmou que era por uma fatia de 61% na companhia portuguesa.

O governo português deseja vender até 66% da companhia – 61% por meio de vendas diretas para um ou mais investidores e o restante para seus 7.500 funcionários.

Neeleman, que anteriormente fundou e comandou a companhia aérea de baixo custo norte-americana JetBlue, disse que a oferta foi feita através de sua holding, DGN, com o apoio de alguns investidores da Azul e de fundos de investimento.

Ele disse que a Tap seria mantida separada da Azul, por razões legais, caso a proposta seja aceita. As duas companhias teriam algum tipo de aliança, acrescentou.

Neeleman disse que estaria disposto a investir fortemente na TAP, sem, porém, revelar o montante ou discutir essa estratégia.

A Azul voa para mais de 100 destinos. A TAP voa para 198 destinos, incluindo 65 na América do Norte e na América do Sul, e suas várias rotas no Brasil fazem dela uma companhia atraente.

A venda da TAP é parte de uma programa multibilionário de privatização de Portugal, como contrapartida a um pacote de ajuda internacional de 78 bilhões de euros (US$ 89 bilhões), encerrado no ano passado.

Fontes: Dow Jones Newswires e exame.abril.com.br/negocios/noticias/fundador-da-azul-linhas-aereas-confirma-interesse-pela-tap

 

 

Notícias: Azul terá voo direto de Belo Horizonte para Orlando

Decolagem: Azul é dona de 15,87% do mercado de voos internacionais, com uma taxa de ocupação de 89,70%

Decolagem: Azul é dona de 15,87% do mercado de voos internacionais, com uma taxa de ocupação de 89,70%

São Paulo – A partir de novembro, a Azul passará a oferecer um voo direto de Belo Horizonte para Orlando, o primeiro voo internacional saindo do aeroporto de Confins.

Conexões de clientes da companhia aérea vindos de outras 25 cidades brasileiras poderão, com isso fazer a conexão para viagens internacionais a partir da capital mineira.

Em Confins já são oferecidos mais de 30 opções de destinos diretos em mais de 80 decolagens diárias.

As viagens serão feitas a bordo dos Airbus A330, que contará com jogos e filmes para atrair mais passageiros.

 

Voos internacionais

No país, a Azul é a novata na oferta de voos internacionais, uma categoria que rende tarifas melhores por passageiros, com preços cravados em dólar.

A TAM é a brasileira líder do segmento, com uma fatia de 69% desse mercado, segundo dados da ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) de janeiro.

Segundo a associação, a Azul é a segunda do setor, com 15,87% de mercado e a maior taxa de ocupação dos voos, 89,70%.

A GOL, terceira do ranking, conta com 14,47% e vem ampliando as parcerias para ampliar os destinos.

Por: Tatiana Vaz, deEXAME.com

Link da matéria: exame.abril.com.br/negocios/noticias/azul-tera-voo-direto-de-belo-horizonte-para-orlando

FSX-Download-Embraer 190 da Azul

Para variar testamos e aprovamos este modelo Embraer 190 da Azul e segue as imagens:

fsx 2010-07-09 22-27-43-44 fsx 2010-07-09 22-46-09-23

Para baixar é só clicar no link:

http://www.4shared.com/file/0zhRBVYX/Embraer_190_AZUL.html

Do site: megaviacao.blogspot.com.br

Noticias: United é vista como candidata para aliança com a Azul

Azul Linhas Aéreas: “é uma boa ideia que faz muito sentido para os dois lados”, diz analista-foto:site exame

Azul Linhas Aéreas: “é uma boa ideia que faz muito sentido para os dois lados”, diz analista-foto:site exame

São Paulo – A busca da Azul SA por uma aliança com uma empresa aérea estrangeira para atrair mais passageiros faz da United Continental Holdings Inc. a melhor candidata, segundo analistas da Raymond James e da Imperial Capital.

“É uma boa ideia que faz muito sentido para os dois lados”, disse Savanthi Syth, analista da Raymond James Financial Inc. em St. Petersburg, na Flórida. “Há uma lista de oportunidades”.

A Azul e a United, que tem sede em Chicago, atualmente mantêm um acordo para que a terceira maior empresa aérea do Brasil ofereça conexões de voos em seu mercado doméstico e para que os passageiros da United participem do programa de milhas da Azul. Diferentemente das rivais brasileiras da Azul, as empresas não possuem laços mais fortes no exterior para impulsionar o tráfego, oferecer mais destinos, compartilhar receitas e reduzir custos.

“O mundo da aviação comercial está se globalizando”, disse Gianfranco Beting, diretor de marca, produto e comunicação da Azul. “Alianças estão sempre sendo buscadas, assinadas e construídas e a Azul está nesse jogo. Eu não nego que a Azul tenha conversado com a United”.

O fechamento de algum tipo de acordo, seja uma parceria comercial, seja a compra de uma participação acionária, seria “um passo natural” para a Azul, disse Beting, sem dar mais detalhes de seus contatos com possíveis parceiros.

Mary Clark, uma porta-voz da United, não quis comentar qualquer possível parceria no Brasil. Segunda maior empresa aérea do mundo, a United está revendo oportunidades de parceria com a Avianca Brasil, disse ela.

IPO adiado

Se a United fechar um acordo para ficar com uma participação na Azul, isso poderia ajudar a empresa aérea com sede em Barueri, Brasil, a pagar algumas das firmas de private-equity que investiram na empresa quando ela começou a operar, em 2008, disse Syth.

A Azul adiou por três vezes a realização de uma oferta pública inicial e está aguardando a liberação planejada de subsídios do governo brasileiro para voos regionais.

A Azul, criada pelo fundador da JetBlue Airways Corp., David Neeleman, é a única operadora brasileira que não pertence a uma aliança internacional de empresas aéreas, nem se beneficia de uma parceria mais ampla com alguma empresa aérea dos EUA.

Esses grupos internacionais oferecem benefícios maiores do que o acordo atual entre United e Azul, incluindo a compra conjunta de combustível e a combinação de atividades, como assistência em terra e compartilhamento de salas executivas.

A American Airlines está ligada à Latam Airlines Group SA, controladora da TAM, pela aliança Oneworld, enquanto a Delta tem 2,9 por cento de participação na Gol Linhas Aéreas Inteligentes SA. A Avianca Brasil está ingressando na Star Alliance, que também inclui a United.

‘Mais atrativos’

“O Brasil é, provavelmente, um dos países mais atrativos em termos de companhias aéreas para conectividade”, disse Bernardo Velez, analista da corretora Corporativo GBM SAB na Cidade do México.

Velez vê a recente aquisição de novos aviões pela Azul como um sinal de que a empresa poderá ampliar suas ofertas internacionais e combiná-las com uma empresa aérea americana com uma conectividade forte.

Uma aliança com a JetBlue também faria sentido por causa do “relacionamento próximo” das equipes de gestão, disse ele.

A United também poderia tirar proveito de um maior acesso aos passageiros brasileiros, disse Syth. A empresa obtém menos de metade da receita levantada na América Latina pela American, que registra as maiores vendas na região entre as aéreas dos EUA, segundo dados compilados pela Bloomberg.

“A United está, provavelmente, em busca de uma presença maior na América do Sul”, disse Bob McAdoo, analista da Imperial Capital LLC, em Los Angeles, EUA.

“Veja o número de lugares que voam sem escala a Viracopos — um voo da United para lá poderia atender um grande número de destinos”.

O aeroporto de Viracopos, em Campinas, a cerca de 93 quilômetros da cidade de São Paulo, hub da Azul, serve 50 destinos com voos diretos.

A United vem acelerando seu crescimento na América Latina.

A capacidade de assentos da empresa na América Latina cresceu 11 por cento no primeiro trimestre em relação a um ano antes, segundo o relatório mais recente da empresa.

A maior parte desse aumento é atribuída aos novos voos para a Cidade do Panamá e para Santiago, bem como mercados latino-americanos com praias, disse Clark, a porta-voz.

Por: Christiana Sciaudone e Michael Sasso, da Bloomberg

Notícias: TAM divulga imagens dos aviões que deve receber em dezembro

Foto: Exame.com

Foto: Exame.com

Foto: Exame.com

Foto: Exame.com

Foto: Exame.com

Foto: Exame.com

São Paulo – Enquanto a Azul anunciou, recentemente, melhorias em seus serviços de bordo, a TAM divulgou hoje imagens do que deve ser seu trunfo: aviões mais modernos.

A companhia investiu 7 bilhões de dólares em 27 Airbus A350 XWB, nova aposta da fabricante francesa para voos de longa distância, que devem ser entregues até 2.019.

As imagens revelam o primeiro avião desse tipo na linha de montagem da Airbus na França, que chega ao Brasil em dezembro.

Com materiais compostos em vez de alumínio em sua estrutura, o modelo garante um custo operacional 25% menor e 25% menos de emissão de gases estufas que os modelos anteriores.

De acordo com a empresa, as janelas panorâmicas dos aviões serão 24% maiores que os das versões anteriores e os assentos da Classe Econômica mais espaçosos: serão 348 assentos de 45,72 cm de largura por fileira.

Bagageiros maiores e ar renovado a cada dois ou três minutos dentro da cabine são outros diferenciais.

Em março a companhia deu início, junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), à certificação operacional do novo avião.

Longa distância

A TAM é a brasileira líder do segmento, com uma fatia de 69% desse mercado, segundo dados da ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) de janeiro.

Segundo a associação, a Azul é a segunda do setor, com 15,87% de mercado e a maior taxa de ocupação dos voos, de 89,70%.

A GOL, terceira do ranking, conta com 14,47% e vem ampliando as parcerias para os destinos fora do país.

O fato é que a competição pelo mercado de aviação internacional está mais competitivo por garantir uma margem melhor para as empresas, além de receita em dólar, moeda usada para pagar a maioria dos custos de operação e combustível.

Por: Tatiana Vaz(exame.com)

Link da matéria: exame.abril.com.br/negocios/noticias/tam-divulga-imagens-dos-avioes-que-deve-receber-em-dezembro

Notícia: Azul faz homenagem e pinta avião com as cores do capacete de Senna

Aeronave, ‘batizada’ com o nome #sennasempre, fará voos regulares.
Além da pintura da cabine, turbina terá selo com o rosto do piloto.

Do G1, em São Paulo

Avião pintado com as cores do capacete de Ayrton Senna marca a homenagem de  20 anos morte do piloto. (Foto: Carlos Eduardo de Quadros / Fotoarena)Avião pintado com as cores do capacete de Ayrton Senna marca a homenagem de 20 anos morte do piloto. (Foto: Carlos Eduardo de Quadros / Fotoarena)

A pintura da cabine de um avião com as cores do capacete de Ayrton Senna foi a forma de a empresa aérea Azul homenagear o piloto brasileiro, cuja morte faz 20 anos no próximo dia 1º de maio.

O jato Embraer 195 da Azul vai fazer voos regulares de passageiros, mas a empresa aérea diz não haver destinos específicos e que deve operar em várias regiões do país.

Na turbina do avião, há um selo com o rosto do piloto. (Foto: Divulgação/Azul)
Na turbina do avião, há um selo com o rosto do
piloto. (Foto: Divulgação/Azul)

A aeronave foi batizada com o nome #sennasempre na cabine e tem nas turbinas o selo Ayrton Senna Sempre, com o rosto do tricampeão mundial de Fórmula 1 estampado.

Depois de ter sido apresentado no Aeroporto Internacional Salgado Filho, nesta terça-feira (29), o avião seguiu para Guarulhos.

A pintura da aeronave, segundo a Azul, marca o início da parceria da empresa com o Instituto Ayrton Senna. A aérea também doou para a ONG um milhão de pontos do programa de milhagem TudoAzul, que serão trocados por passagens para a entidade.
Fonte: Site G1

Notícia: Azul deve encomendar aviões de corredor duplo da Airbus

Encomenda colocaria a companhia no mercado internacional, com jatos de longa distância que poderiam operar rotas mais lucrativas para os EUA e a Europa

Avião da AzulAvião da Azul: companhia deve anunciar a expansão de sua frota nesta quarta-feira

Paris/São Paulo – A Azul Linhas Aéreas, a terceira maior companhia aérea do Brasil, deve anunciar a expansão de sua frota na quarta-feira, incluindo uma encomenda de sua primeira aeronave de corredor duplo da fabricante europeia Airbus, de acordo com duas fontes do setor.

A encomenda colocaria a Azul, que é controlada pelo fundador da JetBlue David Neeleman, no mercado internacional, com jatos que poderiam operar rotas de longa distância, desafiando o maior grupo de aviação da América Latina, Latam Airlines.

A Airbus e sua concorrente norte-americana Boeing disputam essas encomendas de forma intensa. A Airbus ofereceu recentemente grandes descontos para que companhias aéreas de baixo custo escolham suas aeronaves de corredor duplo A330, em vez do mais moderno 787 Dreamliner, da Boeing.

Funcionários da Airbus e da Boeing não quiseram comentar. A Azul fará uma entrevista coletiva na quarta-feira, mas não deu detalhes sobre o assunto.

Perder um grande negócio junto à companhia aérea brasileira que mais cresce seria o segundo grande golpe para a Boeing desde dezembro em um importante mercado emergente em que tem aumentando a sua presença.

A fabricante de aviões sueca Saab AB conseguiu um cobiçado contrato de 4,5 bilhões dólares para fornecer caças à Força Aérea Brasileira no fim do ano passado, depois que a notícia de que os EUA estavam espionando brasileiros ajudou a inviabilizar as chances da Boeing no negócio.

Texto atualizado com mais informações às 22h42min do mesmo dia.

Fonte: Reuters/Exame

NOTÍCIA: Empresas Aéreas brasileiras pedem financiamento ao Governo brasileiro

Nesta terça feira (20), o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, se reuniu com os presidentes das quatro empresas aéreas brasileiras-TAM,GOL,Azul e Avianca- e da Associação Brasileira das Empresas Aéreas(ABEAR). O encontro foi para apresentar novas propostas para reverter a situação caótica que as Aéreas estão enfrentando.

Gol e Tam.

Gol e Tam.

O ministro está analisando as nove propostas feitas pele setor e pediu um prazo de dez dias para se posicionar sobre o que foi proposto. A opinião de especialistas é que estamos á beira de uma grande crise, pois as companhias precisam de um grande investimento de capital e, por este motivo, demanda muito financiamento. Como vem atrelado á taxa de juros, que no Brasil é altíssima, outro fator é o câmbio, que está com o dólar em constante elevação.

 

Outro fator é o combustível, que representa 30% das despesas de uma companhia aérea, levando em conta a inflação que vem sofrendo aumentos constantes as empresas tem gastos aumentados acima da inflação. Segundo analistas as duas maiores empresas brasileiras TAM e Gol, juntas registraram no último trimestre prejuízo de R$ 8 milhões por dia.

 

A principal saída é pedir ajuda ao governo, mas a Fundação Getúlio Vargas aponta uma outra saída que seria a fusão entre as duas maiores empresas aéreas brasileiras á longo prazo. Outro fator para ajudar no endividamento das nossas empresas aéreas é a concorrência com as empresas aéreas internacionais. Lembrando que a crise no setor não acontece só no Brasil, grandes empresas estrangeiras estão passando pelo mesmo problema. Não é a primeira nem será  a última crise no setor, mas como sabemos toda vez que acontece uma crise mudanças acontecem.

Por Walter Ferreira

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